Existe escassez de talentos Salesforce, mas ela não ocorre da mesma forma em todas as funções, regiões e faixas de experiência. Em muitos casos, o principal desafio não está na ausência absoluta de profissionais, e sim na distância entre o conhecimento disponível e a capacidade de executar projetos complexos com autonomia.
Essa discussão ganhou ainda mais relevância com o avanço do Agentforce, dos agentes de IA e das arquiteturas baseadas em dados e automação. Como vimos nos eventos Agentforce em Lisboa e São Paulo, o desenvolvimento tecnológico está elevando as exigências sobre empresas e profissionais. Já não basta conhecer os recursos da plataforma: é necessário saber conectá-los aos processos, à governança e aos objetivos do negócio.
Ao mesmo tempo, iniciativas como o BALF 360 mostram que o fortalecimento do ecossistema depende de formação prática, participação da comunidade e criação de oportunidades reais de desenvolvimento. A pergunta, portanto, precisa ser ampliada: faltam talentos Salesforce ou caminhos mais eficientes para preparar estes profissionais para o mercado?
O crescimento do ecossistema Salesforce
O ecossistema Salesforce continua criando oportunidades em escala global, impulsionado pela expansão do CRM, da computação em nuvem, da automação, dos dados e da inteligência artificial aplicada ao negócio. Esse crescimento, porém, não representa apenas um aumento no número de vagas com títulos como administrador, desenvolvedor ou consultor Salesforce.
Segundo o estudo da IDC divulgado pela Salesforce em 2023, a chamada economia Salesforce, impulsionada pela inteligência artificial, poderá gerar um saldo líquido de 11,6 milhões de empregos e mais de US$ 2 trilhões em receitas empresariais no mundo entre 2022 e 2028.
A própria pesquisa identifica a lacuna de talentos, a governança de dados, a gestão de riscos, os custos e a confiabilidade da IA entre as principais barreiras para a adoção dessas tecnologias. Isso mostra que o crescimento econômico esperado não se converte automaticamente em disponibilidade de profissionais preparados.
Também é importante interpretar corretamente o conceito de “empregos gerados pelo ecossistema”. Esses números abrangem funções criadas ou transformadas pela adoção da plataforma em áreas como tecnologia, vendas, atendimento, marketing, operações, dados e consultoria. Portanto, não significam milhões de vagas técnicas Salesforce abertas simultaneamente.
O dado mais relevante é outro: à medida que o ecossistema cresce, aumenta também a necessidade de pessoas capazes de conectar tecnologia, processos e objetivos empresariais.
Sales Cloud e Service Cloud continuam relevantes, mas agora convivem com Data Cloud, Agentforce, Slack, Experience Cloud, soluções de indústria, integrações e arquiteturas multi-cloud. O mercado deixa de procurar apenas profissionais que conheçam funcionalidades e passa a valorizar quem consegue construir soluções sustentáveis, integradas e alinhadas ao negócio.
O mercado de talentos Salesforce na Europa e no Brasil
Os dados regionais mostram que não existe uma escassez uniforme de talentos Salesforce. A realidade varia conforme a maturidade do mercado, o volume de projetos, a senioridade dos profissionais e as competências exigidas pelas empresas.
Segundo uma análise publicada pelo Salesforce Ben com base no 2025 Salesforce Talent Ecosystem Report, da 10K, a demanda mundial por profissionais Salesforce voltou a crescer 8% em 2025, depois de dois anos de retração.
Essa recuperação, no entanto, não aconteceu da mesma maneira em todas as regiões. De acordo com a mesma análise, a demanda na Europa caiu 15%, enquanto América do Norte e Austrália e Nova Zelândia apresentaram recuperação mais expressiva.
Isso não significa que a Europa deixou de precisar de profissionais Salesforce. O dado indica que o mercado europeu é mais competitivo e seletivo. Em ambientes maduros, as empresas tendem a contratar de forma mais criteriosa, priorizando especialização, experiência em projetos complexos, domínio de diferentes clouds, capacidade consultiva e entendimento de setores específicos.
O profissional generalista continua tendo espaço, mas encontra maior concorrência. Já perfis capazes de atuar com arquitetura, integração, dados, governança e inteligência artificial permanecem mais difíceis de encontrar.
O crescimento da oferta na América do Sul
Segundo o 2024 Salesforce Talent Ecosystem Report, também produzido pela 10K, a América do Sul esteve entre as regiões que mais ampliaram sua oferta de talentos Salesforce naquele período, com crescimento de 29% em relação ao ano anterior.
O número indica que mais profissionais estão ingressando no ecossistema, estudando a plataforma e buscando certificações. No entanto, o crescimento da oferta não significa necessariamente equilíbrio entre candidatos e oportunidades.
É possível ter mais pessoas disponíveis para posições iniciais e, ao mesmo tempo, enfrentar dificuldades para encontrar profissionais preparados para liderar projetos, desenhar arquiteturas, conduzir integrações ou assumir decisões de negócio.
Essa diferença ajuda a explicar por que empresas afirmam enfrentar escassez enquanto muitos profissionais relatam dificuldades para conseguir a primeira oportunidade. A oferta cresce, mas nem sempre no mesmo ritmo, nas mesmas funções ou com o mesmo nível de experiência exigido pelo mercado.
O cenário brasileiro
No Brasil, ainda existem poucos levantamentos públicos e atualizados que contabilizem especificamente o número de profissionais Salesforce em atividade. Por isso, as projeções econômicas precisam ser apresentadas com cautela.
Um estudo da IDC divulgado pela Salesforce em 2021 estimava que a empresa e seu ecossistema poderiam contribuir para a geração de 1,2 milhão de empregos e US$ 64,6 bilhões em receitas de novos negócios no Brasil até 2026.
Essa projeção não representa 1,2 milhão de vagas técnicas para profissionais Salesforce. Trata-se do impacto econômico ampliado da plataforma, envolvendo clientes, parceiros, fornecedores, consultorias e funções transformadas pela adoção da tecnologia.
Ainda assim, o levantamento evidencia a dimensão do mercado e a necessidade de desenvolver profissionais preparados para acompanhar sua expansão.
Uma leitura mais recente aparece no estudo ISG Provider Lens Salesforce Ecosystem Partners Brasil 2025. Segundo o relatório, a demanda por mão de obra qualificada tem influenciado estratégias de aquisição de empresas e talentos, conhecidas como acquihiring. O estudo também destaca que fornecedores que investem em formação, certificação e retenção de profissionais estão conquistando crescimento e reconhecimento no mercado brasileiro.
Essa análise ajuda a aproximar a discussão da realidade atual. O Brasil não precisa apenas aumentar a quantidade de pessoas que conhecem Salesforce. Precisa acelerar o desenvolvimento de profissionais capazes de participar de projetos reais, compreender processos empresariais e entregar soluções com qualidade.
Onde está o principal gargalo hoje?
O principal gargalo está no desalinhamento entre o perfil dos profissionais disponíveis e o nível de maturidade exigido pelas empresas.
Em posições de entrada, existe um grupo crescente de pessoas estudando pelo Trailhead, participando de comunidades, concluindo cursos e obtendo certificações. Em posições intermediárias e avançadas, porém, as empresas procuram profissionais capazes de atuar com arquitetura, integrações, qualidade de dados, governança, segurança e desenho de processos. Entre esses dois pontos existe uma lacuna de experiência prática.
O profissional iniciante precisa participar de projetos para desenvolver autonomia, mas muitas empresas procuram alguém que já tenha enfrentado cenários complexos. As organizações exigem experiência, enquanto os candidatos precisam de oportunidades para adquiri-la.
Sem programas de entrada, acompanhamento técnico e trilhas de desenvolvimento, esse ciclo continua alimentando a percepção de escassez.
Os dados do mercado reforçam essa diferença. Segundo a análise do Salesforce Ben sobre o relatório da 10K, a oferta mundial de administradores Salesforce cresceu 47% em 2025, enquanto a demanda por esses profissionais avançou 14%. O resultado é um mercado mais competitivo para funções de entrada, especialmente quando os candidatos possuem apenas certificações e pouca exposição prática.
Na outra ponta, os arquitetos técnicos representavam somente 1% da oferta global de talentos Salesforce. Ao mesmo tempo, a procura por esses profissionais aumentou 27%, enquanto a oferta cresceu apenas 4%.
Portanto, o mercado pode apresentar excesso relativo de candidatos em algumas funções e escassez crítica em outras. Falar apenas em “falta de profissionais Salesforce” simplifica uma realidade muito mais complexa.
A concentração da experiência também influencia o mercado
Outro fator relevante é a concentração dos profissionais mais experientes em poucas organizações. Segundo o 2024 Salesforce Talent Ecosystem Report da 10K, aproximadamente 60% dos especialistas certificados vinculados a parceiros estavam concentrados em 1% das maiores empresas do ecossistema Salesforce.
Essa concentração pode dificultar o acesso de empresas menores a profissionais altamente especializados. Também reforça a dependência de poucos talentos, aumenta a disputa por senioridade e limita a distribuição de conhecimento pelo mercado.
O problema, portanto, não está apenas em quantas pessoas possuem certificação. Está onde se encontra a experiência, como ela é compartilhada e quais oportunidades existem para que novos profissionais avancem.
Hard skills e capacidade de execução não são a mesma coisa
As hard skills continuam sendo indispensáveis. Administradores, desenvolvedores, consultores e arquitetos precisam conhecer os recursos relacionados às suas funções, como configuração, Flow, Apex, SOQL, APIs, integrações, modelagem de dados, permissões, testes e deployment.
No entanto, conhecer uma funcionalidade não significa saber aplicá-la corretamente dentro de uma operação empresarial.
Um profissional pode dominar Flow e ainda construir automações difíceis de manter. Pode conhecer Apex e criar soluções que aumentem a dívida técnica. Pode saber configurar o Service Cloud sem compreender a jornada de atendimento ou os impactos da solução sobre usuários e indicadores.
Certificações comprovam contato com conteúdos e conceitos importantes, mas não substituem experiência, raciocínio aplicado e capacidade de tomar decisões.
A capacidade de execução aparece quando o profissional consegue:
- interpretar o problema antes de propor a solução;
- compreender os objetivos e as limitações do negócio;
- reconhecer quando uma solução declarativa é suficiente;
- avaliar impactos em segurança, dados e desempenho;
- documentar decisões e facilitar a manutenção;
- comunicar riscos de forma clara;
- colaborar com usuários, gestores e equipes técnicas;
- priorizar sustentabilidade em vez de apenas velocidade.
Essas competências se tornam ainda mais relevantes com o avanço do Agentforce.
Criar agentes de IA não depende apenas de prompts ou configurações. Exige processos claros, dados confiáveis, permissões adequadas, integrações, critérios de supervisão e entendimento dos limites de atuação de cada agente.
O profissional precisa saber não apenas como automatizar uma atividade, mas também o que deve ser automatizado, quais informações podem ser utilizadas e em quais situações a decisão humana continua indispensável.
O papel da formação prática
A formação prática é uma das principais respostas para reduzir a distância entre conhecimento e empregabilidade. Ela permite que o profissional compreenda não apenas o funcionamento de cada recurso, mas também as consequências de suas decisões dentro de um ambiente real.
O Trailhead teve papel importante na democratização do aprendizado Salesforce. A plataforma tornou conteúdos técnicos e funcionais mais acessíveis e ajudou pessoas de diferentes formações a conhecer o ecossistema. Entretanto, concluir trilhas e conquistar certificações representa apenas uma parte da preparação.
Projetos empresariais envolvem requisitos incompletos, dados inconsistentes, mudanças de prioridade, limitações técnicas, conflitos entre áreas e pressão por prazo. O profissional precisa aprender a interpretar esses cenários, avaliar alternativas e justificar suas escolhas.
Uma formação prática deve incluir:
- resolução de problemas próximos aos encontrados nas empresas;
- revisão técnica e feedback;
- contato com processos de negócio;
- documentação de decisões;
- apresentação de soluções;
- trabalho colaborativo;
- discussão sobre governança e escalabilidade.
Praticar sem orientação também pode consolidar erros. Por isso, mentorias, avaliações, code reviews, estudos de caso e acompanhamento de profissionais experientes são elementos importantes para a evolução técnica.
O BALF 360 como iniciativa de formação prática
É justamente nesse ponto que o BALF 360 se conecta ao debate sobre talentos Salesforce. Segundo o conteúdo publicado pela Biz2People sobre o início do programa, o BALF surgiu em 2023 com encontros voltados ao aprendizado prático. Em 2026, a iniciativa passou a contar com 110 profissionais selecionados para uma jornada de 14 encontros realizados entre maio e julho.
A programação reúne temas como Flow, automações, Data Cloud, Agentforce, Slack e Apex. Além da participação nos encontros, o programa prevê entregas e avaliações, aproximando o aprendizado das exigências encontradas em ambientes profissionais.
Essa abordagem é relevante porque atua justamente na lacuna entre conteúdo teórico e capacidade de execução.
Ao apoiar o BALF 360 como patrocinadora master, a Biz2People transforma a discussão sobre desenvolvimento de talentos em uma ação concreta. O patrocínio não se limita à visibilidade institucional. Ele está ligado ao compromisso de contribuir para uma comunidade mais preparada, conectada e capaz de acompanhar as mudanças do ecossistema.
O programa também dá continuidade à conversa iniciada nos eventos Agentforce. Se a adoção da inteligência artificial depende de dados, processos e governança mais maduros, o mercado precisa preparar profissionais capazes de construir e sustentar essa estrutura.
Agentforce não reduz a importância dos talentos Salesforce. Ele modifica e amplia as competências que esses profissionais precisam desenvolver.
Como as empresas podem contribuir para acelerar o mercado
A formação de talentos não deve ser tratada como responsabilidade exclusiva dos profissionais, das instituições de ensino ou da própria Salesforce.
Clientes, parceiros e consultorias também influenciam diretamente a disponibilidade e a qualidade dos talentos. Quando todas as vagas exigem experiência, mas poucas organizações criam oportunidades supervisionadas, a escassez se torna um problema alimentado pelo próprio mercado.
Criar oportunidades reais de entrada
Uma posição júnior deve considerar que o profissional está em fase de desenvolvimento. Isso exige escopo controlado, orientação e critérios objetivos de evolução.
Equipes formadas por diferentes níveis de senioridade permitem que novos talentos participem das entregas sem assumir responsabilidades incompatíveis com sua experiência.
Estruturar mentorias e revisões técnicas
Mentoria não deve ser apenas uma conversa eventual. Ela pode incluir revisão de soluções, análise de decisões, acompanhamento de projetos, feedback sobre comunicação e discussão de boas práticas.
Esse processo acelera o desenvolvimento e reduz a reprodução de erros.
Avaliar mais do que certificações
Certificações são relevantes, mas precisam ser analisadas em conjunto com raciocínio, capacidade de aprendizagem, comunicação, portfólio e experiência prática.
Estudos de caso e entrevistas baseadas em cenários ajudam a identificar potencial e capacidade de execução com mais precisão.
Apoiar comunidades e programas de formação
Comunidades criam conexões, compartilham experiências e aproximam talentos de profissionais mais experientes. Ao apoiar iniciativas como o BALF 360, empresas contribuem para uma base mais qualificada e conectada às demandas reais do ecossistema.
Aproximar profissionais do negócio
Talentos Salesforce precisam entender como funcionam vendas, atendimento, marketing, dados e operações. Quanto maior a compreensão do negócio, maior será a capacidade de propor soluções úteis, escaláveis e adotadas pelos usuários.
A expertise Salesforce da Biz2People
A relação da Biz2People com esse debate não se limita ao patrocínio de uma iniciativa de formação.
A empresa atua como consultoria Salesforce end-to-end, com mais de 20 certificações diferentes distribuídas pela equipa — cobrindo Sales Cloud, Service Cloud, Experience Cloud, Marketing Cloud, MuleSoft, OmniStudio e Agentforce. Essa amplitude permite acompanhar operações em diferentes estágios de maturidade, desde implementações iniciais até arquiteturas multi-cloud e projetos de inteligência artificial aplicada.
Com clientes ativos em Portugal, Brasil, Estados Unidos e Holanda, a Biz2People acumula experiência em setores tão distintos quanto saúde, telecomunicações, logística, horticultura, indústria, setor público e consultoria. Essa diversidade de contextos é, em si, uma forma de desenvolver profissionais: cada setor impõe restrições, processos e exigências diferentes que ampliam a capacidade de execução da equipa.
Na prática, o sucesso de uma iniciativa Salesforce não depende apenas de encontrar alguém com a certificação certa. Depende de combinar conhecimento técnico, visão de negócio, governança e experiência acumulada em cenários reais, que é exatamente o que a Biz2People traz para cada projeto.
Existe escassez de talentos Salesforce?
A resposta mais precisa é que existem diferentes desequilíbrios dentro do mesmo mercado.
Há escassez de arquitetos, especialistas em integração, profissionais com experiência multi-cloud e talentos preparados para atuar com dados, IA, governança e setores específicos.
Ao mesmo tempo, existe uma oferta crescente de pessoas em início de carreira, especialmente em regiões emergentes. Muitas delas possuem formação e certificações, mas ainda não encontraram oportunidades para desenvolver experiência prática.
Os dados mostram que o mercado passa por um período de reorganização. A oferta cresce, a demanda varia entre regiões e os empregadores se tornam mais seletivos.
O valor profissional deixa de estar concentrado na quantidade de certificações e passa a depender cada vez mais da capacidade de executar, compreender o negócio e construir soluções sustentáveis. Portanto, não se trata de escolher entre escassez ou falta de preparação. Os dois desafios coexistem.
Há falta de profissionais em áreas altamente especializadas. Há talentos iniciantes sem acesso à experiência. Há empresas que buscam profissionais prontos sem investir em sua evolução. E há uma necessidade crescente de criar pontes entre aprendizado, prática e oportunidade.
Conclusão
O crescimento do ecossistema Salesforce não garante, por si só, um mercado equilibrado. A expansão da inteligência artificial, dos dados e das arquiteturas integradas amplia as oportunidades, mas também torna mais exigentes as competências necessárias para aproveitá-las.
Os dados mostram desequilíbrios reais: escassez crítica em perfis sénior e especializados, oferta crescente de talentos iniciantes sem acesso à experiência prática, e um mercado que frequentemente exige o que ainda não ajudou a construir.
Esse ciclo não se resolve sozinho. Enquanto as empresas continuarem a exigir experiência sem criar condições para adquiri-la, a percepção de escassez vai persistir, independentemente de quantas pessoas entrem no ecossistema.
A responsabilidade é partilhada. Consultorias, clientes e parceiros têm papel direto na formação do mercado: ao criar programas de entrada, estruturar mentorias, apoiar iniciativas da comunidade e contratar com critérios mais conectados ao potencial do que ao histórico
É com essa convicção que Biz2People combina a sua atuação em projetos com o apoio ao BALF 360. Um ecossistema mais forte não se constrói apenas com novas tecnologias. Constrói-se com profissionais preparados para aplicá-las e com empresas dispostas a investir nessa preparação.
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FAQ
Existe escassez de talentos Salesforce?
Sim, principalmente em perfis especializados — arquitetos, especialistas em integração e profissionais com experiência multicloud. Em funções de entrada, a oferta cresce, mas falta experiência prática para converter candidatos em profissionais prontos para o mercado.
Existe falta de profissionais Salesforce no Brasil?
Há demanda consistente por perfis qualificados, especialmente em funções especializadas. O desafio principal é a distância entre certificação e capacidade de execução em projetos reais.
O mercado Salesforce está crescendo na Europa?
O mercado europeu é maduro e seletivo. Em 2025, a demanda recuou 15% na região, enquanto América do Norte e Oceania apresentaram recuperação. As oportunidades concentram-se em perfis com especialização e experiência em projetos complexos.
O que são talentos Salesforce?
Profissionais que atuam no ecossistema Salesforce, como administradores, desenvolvedores, consultores, arquitetos e especialistas em soluções como Sales Cloud, Service Cloud, MuleSoft e Agentforce.
Certificação Salesforce é suficiente para entrar no mercado?
Não por si só. Certificações demonstram conhecimento, mas o mercado valoriza quem sabe aplicá-los em cenários reais, com visão de processo e impacto de negócio.
Quais habilidades um profissional Salesforce precisa desenvolver?
Além das hard skills da plataforma, são essenciais: análise de processos, governança, documentação, comunicação e capacidade de tomar decisões com impacto no negócio.
Por que a formação prática é importante em Salesforce?
Porque projetos reais envolvem requisitos incompletos, dados inconsistentes e decisões sob pressão, cenários em que o aprendizado teórico não consegue replicar.
Como as empresas podem ajudar no desenvolvimento de talentos Salesforce?
Criando programas de entrada, mentorias estruturadas, oportunidades supervisionadas e apoiando iniciativas da comunidade como o BALF 360.
O que muda com Agentforce para os profissionais Salesforce?
O Agentforce exige visão mais estratégica: dados confiáveis, processos claros, governança e entendimento de quando a decisão humana continua indispensável.
Como a Biz2People contribui para o ecossistema Salesforce?
Com consultoria Salesforce end-to-end, mais de 20 certificações na equipa e presença em Portugal, Brasil, EUA e Holanda. Além do apoio direto a iniciativas de formação como o BALF 360.
